“Nós somos bruxas
Ruínas desmistificadas
Queimadas em praça pública
Por almas desalmadas
Nós somos espíritos de rua
Donas de uma liberdade inventada
Dilaceradas pelas crenças abruptas
Daqueles que não sabem de nada
Nós somos histórias absurdas
Renascidas das cinzas santificadas
Inocentadas na heresia obscura
De manter a garganta abafada
Nós somos uma rachadura
Entre a sabedoria e a sanidade deturpada
Somos o reflexo de fases da lua
No céu e no inferno da madrugada
Nós somos a terrível pintura
Do mal que fere como estaca
Presas na incurável moldura
De uma eternidade condenada.”
- Texto de Suellen Figueredo (@thescriptofsue)
(em Xanxerê)
Me cansé
escape-dela-realidad:
Me cansé de mí, de mis pensamientos, me cansé de llorar para sentirme bien, me cansé de pensar que vendrán tiempos mejores, me cansé de sonreír y decir estoy bien. Me cansé de poner la misma canción cada vez que pienso en vos, me cansé de tener que ser yo la que tiene que empezar la conversación, me cansé de preguntarte que te pasa, me cansé de tu indiferencia, de tu rechazo. Me cansé de caminar por las mismas calles; la misma gente; la misma rutina. Me cansé de mi ropa, de mis complejos, me cansé de llorar, de pensar, de sentir, me cansé de arruinar todo, de no iniciar nada. Sí, me cansé de todo lo que me rodea, me canse de vivir.
- Então não o ama mais?
- Amo. Só guardei isso num cofre. E tranquei. E esqueci a senha. Não porque quis. Foi preciso.
fix u
make: @bellacassettii (em Bairro Higienópolis - RJ)
Já tive outros e já amei outros. Já sofri por eles e já quase te esqueci graças à eles também. Mas depois que acaba, no fim, ou no intervalo de um para o outro, quando só me sobra eu mesma e minha confusão, meus sentimentos me encaram e me confrontam, e eu só vejo você. Só tem você ao meu redor no sábado de noite terminando com alguém. Tem você quando eu me fecho e não deixo ninguém entrar na minha vida, porque morro de medo e é sua culpa. Você na forma como eu escrevo, na música do Leoni, no texto da coca-cola. Cada parte do que eu sou… Ainda é você. Mil anos e alguns caras depois e ainda é você.